Bem-estar Corporativo

De acordo com Ray Dalio “uma organização excelente tem pessoas excelentes e uma cultura excelente” e “pessoas excelentes têm carácter e capacidades excelentes”. Se resumirmos, recorrendo às palavras de Ricardo Costa, “as empresas não são feitas de pessoas… as empresas são as pessoas!”

O equilíbrio entre vida pessoal e vida profissional, entre pessoa e empresa, está, finalmente no centro da discussão e da acção. Há hoje maior clarividência sobre o impacto das pessoas no desempenho das organizações e das organizações na fruição da vida pelas pessoas. O bem-estar corporativo ou empresarial é cada vez mais uma realidade partilhada e vivida por mais organizações que já perceberam o potencial de crescimento e progresso que esta forma de estar na vida e nos negócios tem.

A expressão que tem vindo a dar corpo a esta preocupação é CORPORATE WELLBEING e haverá em breve uma nova edição de uma conferência extremamente rica subordinada a esta temática, a CWC – CORPORATE WELLBEING CONFERENCE. Se for como a anterior haverá espaço de discussão aberta e franca para partilhar os casos de sucesso e as falhas ou erros e o modo como contribuíram para o fortalecimento de culturas organizacionais robustas e felizes das empresas. Se há algo marcante é perceber que, na essência, o bem-estar passa por viver o pessoal e o profissional de forma ligada e equilibrada. Isto pode ser resumido nas palavras da Sónia Henriques da Prio Bio: “Eu não quero desligar do meu trabalho quando vou de férias, porque também não quero desligar da minha família quando trabalho! Isto sim, para mim é o equilíbrio.” E se recordarmos as palavras da Alexandra Mendes Gonçalves da Paladin® que “Sorrisos e felicidade não são um estado e não estão à venda” percebemos que temos que trabalhar para conquistar o bem-estar (também) na empresa.

Paulo Lopes Porto consubstanciou o “Porque é que isto é importante nesta questão do wellbeing?” ao dizer que “no fundo os desafios que temos hoje em dia com os clientes externos, são precisamente os mesmos desafios que temos com os clientes internos, que são atração e retenção. Nós com os clientes temos que atrair clientes novos e temos que reter os clientes que já temos. Com as pessoas da nossa organização é a mesma coisa, nós temos que atrair talentos, e temos que reter talentos, usando a palavra ‘talentos’ como as pessoas que nos interessam manter na nossa organização. (…) Ou seja, o fator crítico de sucesso, neste momento, é muito mais a relação com o cliente interno, do que com o cliente externo…”

Melhores empresas significam então melhores pessoas e vice-versa e por inerência melhor sociedade e melhor país. Este caminho tem impacto na sociedade, que dá um enorme retorno e permite termos uma sociedade civil melhor, mais participativa e mais activa.

Na sua empresa também acontece assim? Já está numa Organização de excelência? Num patamar CORPORATE WELLBEING?

Ricardo Mascarenhas

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Ricardo Mascarenhas

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